Calculadora de ponto de equilíbrio
Quanto a sua empresa precisa faturar por mês para não ter prejuízo. Preencha dois campos e entenda o resultado.
Preencha o custo fixo e a margem de contribuição para ver o resultado. Nada é enviado: a conta acontece no seu navegador.
Estimativa simplificada, para dar ordem de grandeza. O cálculo real considera sazonalidade, mix de produtos e prazo de recebimento, e é isso que a consultoria faz junto com você.
Como o ponto de equilíbrio é calculado
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Some o custo fixo do mês
Tudo que sai da conta mesmo se você não vender nada: aluguel, salários, pró-labore, contador, softwares, energia. Se um item varia com a venda, ele não entra aqui.
- 02
Descubra a margem de contribuição
Pegue uma venda típica. Tire dela o custo do produto, os impostos sobre a venda, a comissão e a taxa da maquininha. O que sobra, dividido pelo valor da venda, é a sua margem em percentual.
- 03
Divida um pelo outro
Custo fixo dividido pela margem em decimal. Com R$ 35.000 de custo fixo e 40% de margem: 35.000 ÷ 0,40 = R$ 87.500. Esse é o faturamento em que a empresa empata.
- 04
Acrescente o lucro que você quer
Some o lucro desejado ao custo fixo antes de dividir. É o ponto de equilíbrio econômico, o número que interessa de verdade, porque empatar não é o objetivo de ninguém.
A fórmula, resumida
Ponto de equilíbrio = Custo fixo ÷ (Margem de contribuição ÷ 100)
Com lucro desejado = (Custo fixo + Lucro) ÷ (Margem de contribuição ÷ 100)
Os termos que você vai ouvir na consultoria
Sem estes oito, qualquer conversa sobre resultado da empresa fica pela metade.
- Custo fixo
- Tudo que a empresa paga todo mês independentemente de vender ou não. Não varia com o volume de vendas.Aluguel, salários e encargos da equipe administrativa, pró-labore, contador, internet, energia mínima, softwares, seguros.
- Custo variável
- O que só existe quando há venda. Cresce e diminui junto com o faturamento.Matéria-prima, embalagem, impostos sobre venda, comissão de vendedor, frete de entrega, taxa da maquininha.
- Margem de contribuição
- O que sobra de cada venda depois de descontar apenas os custos variáveis. É o dinheiro que fica disponível para pagar o custo fixo e, depois disso, virar lucro.Vendeu por R$ 100 e gastou R$ 60 entre produto, imposto e comissão. A margem de contribuição é R$ 40, ou 40%.
- Ponto de equilíbrio operacional
- O faturamento em que a empresa não tem lucro nem prejuízo: a margem de contribuição cobre exatamente o custo fixo. É o piso da operação.Custo fixo de R$ 35.000 com margem de 40%: o ponto de equilíbrio é R$ 87.500 por mês.
- Ponto de equilíbrio econômico
- O faturamento necessário para cobrir o custo fixo e ainda entregar o lucro que o dono definiu como meta. Sempre maior que o operacional.No mesmo caso, querendo R$ 10.000 de lucro: (35.000 + 10.000) ÷ 0,40 = R$ 112.500.
- Capital de giro
- O dinheiro que a empresa precisa ter disponível para operar entre pagar os fornecedores e receber dos clientes. Quanto maior o prazo que você concede, mais capital de giro a empresa consome.
- Lucratividade
- Percentual do faturamento que sobrou como lucro. Mede a eficiência da operação.Faturou R$ 100.000 e o lucro foi R$ 8.000: lucratividade de 8%.
- Rentabilidade
- Quanto o lucro representa sobre o capital investido no negócio. Responde se valeu a pena colocar dinheiro nessa empresa em vez de em outro lugar.
O que esta calculadora não faz
- Não considera sazonalidade. Uma empresa que fatura o triplo em dezembro precisa olhar o ano, não o mês médio.
- Não separa mix de produtos. Se cada linha tem uma margem diferente, a margem média esconde o produto que dá prejuízo.
- Não considera prazo de recebimento. Vender no cartão em 12x altera a necessidade de capital de giro, mesmo com o ponto de equilíbrio batido.
- Não substitui um DRE. O ponto de equilíbrio é um retrato; o DRE é o filme.
Os números da sua empresa merecem uma leitura de verdade
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